14.12.12

Mas...


... não necessariamente mais gostoso!

Tenho a impressão...


... de que era mais fácil ser uma mulher apaixonada nos anos 50!


11.12.12

Isso eu quero!

- Criar um "nano-curso" de inglês básico pros meus pais;
- Bolar o projeto "Reconciliação";
- Fazer as unhas;
- Fazer as camisetas;
- Arrumar o quarto;
- Me arrumar;
- Nadar;
- Fazer as malas;
- Andar de bicicleta;
- Fazer piquenique;
- Passear com a Inés;
- Encher a paciência da Bella;
- Ver TV;
- (...)
- (...)
- ai...
- (...)
- (...)
- ok...
- Fazer a monografia.


Ôh, falta de motivação...

5.12.12

Era uma vez...



Ainda bem que te vi...
Ou não, pois eu estava sem óculos...

Brincadeira! É claro que eu vi!

Vi quando você veio falar comigo e eu estava distraída, preocupada se meus dentes estariam sujos de cupcake, quando você veio empolgado me cumprimentar e eu quis sorrir de volta gentilmente.
“Hehe, cara bacana.”.
E depois você voltou pra “menina”.
E eu voltei pra Verônica.

Isso foi quando? 1997? 1999?
Ah, não... Foi no máximo em janeiro deste ano, não é?
É que daí pro que somos hoje aconteceu tanta coisa entre nós dois, não é?
Parece que já somos amigos de longa data... Essa impressão é recíproca?
Na falta da sua resposta, eu continuo a prosa com meus próprios sentimentos.

Eu sinto como se você já fosse um grande amigo.
Desses que você conquista com o tempo.
“Amigo”! Que palavra em baixa pra mim nos últimos tempos, rapaz...
E, ainda assim, quando eu tenho contato com ela, só o que me vem à mente, imediatamente, é você!
“Pessoal, pensem num amigo...”
“Pode levar um amigo...”
“Te vi hoje com seu amigo...”
Bruno, Bruno, Bruno...

Esse “amigo” conquistou um espaço enorme na minha vida, sabe...
Num primeiro momento, o impacto é grande! Marcante! Um estrondo!
E de cara eu meio que já comecei a querer entender um pouquinho desse sujeito quieto, esperto, nobre...Me inspira muita curiosidade esse, Bruninho!
É fácil ver que ele tem algo único.
Ele é justo. E tem uma personalidade muito, muito forte. Mas justa.

Ora, espera um pouco... Quem sou eu pra falar dele?
Não que eu não vá tentar, acho que o esforço é sempre válido.
Ainda mais porque se tem uma coisa que você gosta é de ouvir.
E de falar.

E como fala bem!
E quantas vezes eu ouvia perplexa você discursando pra mim, “Esse cara sabe tudo”, mal sabia o que responder.
E quantas vezes eu sabia o que responder e não conseguia encontrar palavras à altura pra te dizer...
Será que um cara desses vai se contentar sempre com mais um “Brigada, parceiro!”? E de novo “Brigada, parceiro!”? E mais uma vez “Brigada por estar ao meu lado, parceiro!”?
Não, não que ele seja arrogante. O problema sou eu querer sempre oferecer mais e mais e mais.

Como será que eu posso mostrar pra ele a gratidão que eu sinto de verdade?

E de repente, no dia-dia, comecei a ver coisas que me lembravam do meu parceiro. E tudo o que eu via começou a virar um humilde obrigada em forma de presentinhos...

“Obrigada, Bruno. Obrigada por estar ao meu lado sem pedir nada em troca. Obrigada por dividir comigo sua experiência de vida, tanta coisa que você aprendeu. Eu podia estar ralando sozinha e levando cada tombo na vida, mas você carinhosamente fica ao meu lado e me dá sua orientação, seus conselhos, me ajuda a ser melhor, me ajuda a ser maior. Obrigada até mesmo quando me pune, quando fica de longe me observando crescer e depois estica a mão pra me chamar de volta, como quem diz ‘Pronto? Aprendeu? Não vai se repetir, né? Não quero que passe por isso de novo!’. Obrigada por uma parceria que dificilmente existe por aí, e que eu reconheço que você a alimenta com tanto carinho... e eu também! Obrigada pelo abraço quentinho no inverno, pelos sorrisos e pelos olhares calorosos para mim! Obrigada por me ouvir, por me aturar, por me acompanhar. Obrigada por ter ficado ao meu lado em momentos tão difíceis. Obrigada pelos programas em que me incluiu, obrigada por fazer planos comigo, obrigada por pensar em mim. Obrigada pelo abraço que você sempre me deu no fim de uma noite confusa, o abraço que simboliza as desculpas pelas tantas vezes em que errei e você me entendeu. Obrigada por tudo! Tudo mesmo!”

Eu penso nele todo dia.

Eu suporto a saudade todo dia.
Mesmo porque a distância é relativa em tempos modernos.

Ele está comigo diariamente, conversando, rindo, puxando minha orelha, embalando meu sono, me dando um beliscão, tendo uma ideia, dividindo-a comigo...

Eu penso nele todo dia!

Porque nunca valeu tanto a pena ficar “longe” de alguém, contando as horas pro reencontro!
Reencontrar o sorriso, o abraço, a melhor voz do mundo, o cheiro que me faz sentir em casa e querer ser melhor e retribuir todo o presente que ele é pra mim.

Você virou minha cabeça. Você me amadureceu. Me fez considerar coisas nunca antes por mim pensadas.

Você inspira em mim a vontade de ser grande.

E eu quero inspirar em você a vontade de me levar contigo. Lado a lado! Como parceiros que somos!

Tenha a certeza que sou mais que sua amiga, sua parceira, sua namorada.
Te acompanhar é uma grande alegria! É um prazer, uma honra, adoro aparecer contigo, exibir o meu parceiro, mexer com você!

Porque, o meu parceiro: ele é o melhor do mundo!

E até que a gente se dá bem!
 

4.12.12

Há braços!

Eu tava aqui pensando.
Como pode algo tão gostoso, simples e gratuito resolver TANTA coisa?
Que gesto MAIS bonito esse tal de abraço! =)




Próxima camiseta!

Vamos fazer um filme!

Que falta me faz meu violãozinho em dias assim...
Só pra fazer um barulho maior do que o barulho que ecoa na minha cabeça!

29.11.12

A vida é (sempre foi) aqui fora

Muito interessante essa coisa de ficar sem internet em casa.
Agora todo dia quando ligo o computador, olho pra ele vejo que ele não passa de uma caixinha limitada de coisas "animadas" por algum cérebro gênio.
E não as portas e janelas para o mundo social!
Que estupidez!

Academicamente está fazendo bastante falta, não nego.
Mas enquanto ainda tenho o celular pra fazer contato com aqueles que me importam, o computador é residual.

27.11.12

Hora de gastar comigo

Presenteei bastante pessoas queridas esse ano.
Agora é a minha vez!

Lá vamos nós pra listinha:

01. Ursinho de pelúcia de leão ou tigre (R$35 a R$45)
02. Impressão de fotos (família, amigos e Bruno - R$?)
OK! 03. Mural pra fotos e recados (placa de isopor - R$1,50; papéis - R$1,00)
04. Brincos (R$20)
OK! 05. Planta carnívora pequena (R$5)
06. ____________________________________

30.10.12

Drama

Veja só: minha mente tem a enorme capacidade de criar desfechos tão terríveis quando está em dúvida, que de algumas coisas eu sinceramente prefiro ter logo a certeza.

Em 90% dos casos, o resultado não é nem de longe tão ruim quanto eu imaginei.


Sendo assim, pra parar de ser boba, determino que o meu raciocínio criativo permaneça temporariamente suspenso por força maior!

Cumpra-se.

Tão próximos...

Vamos nos perder.
Não consigo imaginar outro cruel destino que não a gente se perdendo.

Armadilhas cotidianas, roubadelas da rotina, desvios diários.
E, de repente... "Qual era o projeto dele para o fim da faculdade mesmo?"
"Qual a cor que ela odiava usar mesmo?"
"Por que não vimos aquele filme aquele dia?"
"Por que ela prefere kibe com limão, e não com catchup?"

E aquela coluna de metal, que um dia foi testemunha do começo de tudo, no começo do fim vai se tornar a promotora, acusadora, apontadora de tudo o que estaremos deixando ir...
Todas as risadas compartilhadas, músicas que nos embalaram, filmes vistos, viagens que não foram feitas...

E depois, vai virar apenas mais uma coluna.
Estática e fria.
Imparcial, indiferente, intocada e esquecida.

E ainda depois, junto com ela, viraremos outras duas colunas.

Duas colunas que se esqueceram dos planos, dos olhos, do toque tão próximo, tão próximo...
Da vontade que nos uniam, das teimosias que... nos uniam.
Da incompreensão que, pacientemente, procurava compreender.
Da intolerância que, insistentemente, tentava suportar.
Por que valia a pena.

Aquela fôrma mágica, aquela peça única que nós dois formávamos quando estávamos juntos, de onde saiam ideias brilhantes, projetos ousados, desejos recíprocos... vai se desvencilhar, se decompor.

E a jornada solitária em busca do preenchimento do vazio vai se iniciar.
Tão assustadora no início.
Toda cheia de inseguranças e apontamentos duvidosos.
Os riscos, os medos, os traumas. Tão próximos, tão próximos...


Às vezes vai bater a saudade.
Do beijo, do corpo, do abraço.
Dos dedos que, curiosos, percorriam cada centímetro do corpo como se fosse a primeira vez!
E se entrelaçavam forte, como quem dizia: "Você não vai a lugar nenhum, a não ser que eu vá junto!"
A voz que passou a ser como um cobertor para os dias frios.
A risada que sempre foi um sinal de alívio. "Ufa. Está tudo tão bem."
Mas muito mais da parceria.
Da certeza de ter com quem contar quando tudo ruir.
De ter com quem rir quando tudo fluir.
Ter para onde correr quando o mundo acabar!

A saudade de dizer e ouvir "É... até que a gente se dá bem!"

Um filme que eu já vi.



E agora me pego pensando:
Será que oito é mesmo bastante?

Oito é tão pouco...

Com tanto ainda pra se viver, pra descobrir, pra se encantar!
Oito apenas?

O que seria das mãos sem os polegares?
Apenas 8 dedos.
Que nada poderiam pinçar...

E a vida afora pronta para ser agarrada!

Nada de oito!
Vamos dar as mãos e ser vinte!
Vamos abraçar o mundo!
Vamos seguir em frente!

Tão próximos, tão próximos...

É só o que eu desejo...
Não dois distintos...
Mas tão próximos até que se tornem um apenas!

4.10.12

Sopro

Uma ausência que não é real.
Porque perdemos tempo sofrendo com o que não existe?
Antecipação.
Ansiedade.
NÃO.


Só respire.

Não ligue pra esses lábios que não sabem se tremem, se mordem, se calam; pensando no sorriso que antecede o beijo, e que agora vai ficar longe, tão longe...


E a lembrança dos olhos ainda pode ser o olhar. Aquele voltado pra você, que te suga até a alma, te furta e te conquista! Arrepio!

Esse olhar ainda não é alheio..
De onde vem essa ideia?


O pulso macio encaixa perfeitamente nas palma da sua mão, e você pode entrelaçá-lo com os dedos agora.

A voz continua perto, um sussurro ao pé do ouvido.
Palavras quentes que abrem os olhos cerrados num susto!
Aquele suspiro que não dá pra segurar, você pode soltá-lo sem medo!
Ele vai pegá-lo. e vai saber muito bem o que fazer com ele.

Vai guardar num lugar seguro...
O acesso é restrito.
E ele o visita sempre que dá saudade.

E lá ele dança com você, e te abraça, e te segura.
Você não vai muito longe, menininha...
Quem deixaria?


Então esses olhos quentes, que ainda não lacrimejam, já podem afastar essa agonia.
De onde ela vem?
Não há motivo...
Não há motivo...

Você é uma menina muito confusa.
Abre o guarda-roupa e lá dentro joga a roupa suja porque está confusa...
Por que está confusa?


1.10.12

Hoje eu não quero papo...

Só com quem conseguir entender o que é estar há mais de 2 anos e meio fora de casa, das pessoas que gosta, dos programas, dos lugares familiares na cidade...

Eu quero férias, quero minha casa, quero deitar no sofá da sala pra ver TV e ficar ouvindo a voz da minha mãe conversando ao telefone com alguém em outro cômodo.
Ouvir meu pai chegando e se sentando pra trabalhar na mesa da sala de jantar....

Quero aquele convite, aquela pergunta, aquela novidade, qualquer coisa que me desvie o pensamento das coisas ruins que gostam de me visitar por aqui...

"Vamos na padaria comigo?"
"Vamos na sua avó comigo?"
"Vamos na sua tia rapidinho?"
"Thaís, põe na Discovery!"
"E aí, fiota, tudo bem?"


Essas coisas consideradas pequenas, as pessoas não percebem o seu valor, mas elas me fazem tanta falta...


E me vejo saindo as 8:00h e só voltando às 19:00h, mas nem tão produtivo como parece...

São contratempos, pedras no caminho, coisinhas pequenas que vem atrapalhar o andamento cotidiano e contribuir pra que aqielas outras coisas consideradas pequenas fiquem cada vez mais gigantes...


O privilégio de ouvir a voz e olhar nos olhos das pessoas que você gosta, todos os dias, isso não me pertence mais...

Enquanto estou aqui em Pouso Alegre, seguro as pontas lembrando de que é temporário.
Vai passar e eu vou proporcionar uma alegria enorme a eles.


E isso vai significar tanto...

30.9.12

Enfim...

O que fazer com essa vontade de sumir?
Essa vontade de fazer as malas, ser outra pessoa, ver coisa nova.
Voar.


O que fazer com as pessoas possessivas, incompreensivas, indispostas?
Carrascas.

O que fazer com a faculdade?
E, o pior, o que fazer com o fim da faculdade?

O que fazer com os amigos, com a distância?
O que fazer com a cobrança? Com a injustiça, as agulhadas?

O que fazer com as viagens, com o relógio, a estrada?

O que fazer com a frustração, com o desprezo, a perda e o isolamento?

O que fazer com as novas ideias que, covardes, nascem e morrem apenas ideias...?

O que fazer com a fome? O que fazer com a neura? O que fazer com a paranoia?

O que a gente faz com a saúde? E essa montanha-russa?

O que a gente faz com o tempo? E as tarefas? E a falta de trégua?


Fazer as malas? Fazer as pazes? Fazer bico?

O que fazer com os contratempos?
E as trombadas? As rasteiras?

Fazer um bolo?

Fazer nada?




Ah, passar margarina e comer com pão...
Depois defecar e dar descarga.

27.8.12

Há algo que jamais se esclareceu...

... onde foi exatamente que larguei naquele dia mesmo o leão que eu sempre cavalguei.
Lá mesmo esqueci que o destino sempre me quis só.
Num deserto sem saudades, sem remorso, só.
Sem amarras, barco embriagado ao mar.

17:25h

Eu e a Negra Dele passeando pela rua.
Prestando atenção em cores que eu não sei o nome.

(...)

Um chá fora de hora.
Minha garganta sorriu.

Hate Speach

Um lugar onde você entra e ninguém te dá oi.
Você sai e ninguém diz tchau.
Mas quando precisam de você, não hesitam.
E quando você precisa deles, já têm a resposta pronta: NÃO DÁ.

À merda, todos vocês.

Reclamam de trabalhar muito e ganhar pouco.
Quase de R$500 de vale-lanche.
E eu com saudades do pão da APAC.

Férias, plantão, art. 70, e o escambal a quatro.
Nós na contagem regressiva para o tal recesso anual.

Escraviários.
Estudando, ralando, monografando.

"Mas eles também passaram por isso."
 
Mas amanhã lá vamos nós outra vez.

"Oi!"
"Boa tarde pra todo mundo."
"Uhum! Pode deixar."
"Faço!"
"Levo!"
"Ah, não tem problema!"
"Vou indo, até amanhã! Tchau tchau..."


(...)

Pronto.
Passou.


(...)

Passarei?

8.8.12

Outra de aniversário

Guilherme Cabrito:
Minha Lindinha, desculpa o atraso mas nao tenho acesso tao facil a internet... Mas prometo q no seu aniversario eu emanei as energias mais positivas e os mais lindos pensamentos para sua vida!! Parabens atrasado... Joguei uma moedinha na Fontana de Trevi pra vc ontem aqui em Roma!!!
Espero q esteja td bem cm vc, q esteja mto feliz e q continue assim cmo vc é! Maravihosa e encantadora! Te amo e sinto falta de voces!!
Bjosss


Thaís Emídio:
MEU LINDO!!! Saudades imensas!! Vc deve estar se divertindo a beça aí! E dane-se a internet, não é :D
Tem um mundo lindo todo pra vcs aí, aproveitem muito!
Em dezembro a gnt mata essa saudade!
Obrigada pela msg, pela lembrança, pelos pensamentos, Gui!
(Pela moeda!!! Adorei!!)
To aqui tbm sempre enviando energia positiva pra vcs!
Beijo enorme!
(ps.: foi um fim de semana de aniversário maravilhoso!)

7.8.12

Twenty-one

Uma das minhas mensagens preferidas de aniversário!
Valeu Gabriele Evaristo!
Você é uma fofa, um amor de pessoa!
E como disseram pra mim uma vez: "Você é uma do bem!"


"Parabéeeeeens, Thaís!
Muitas coisas boas na sua vida, você merece demais.
Geralmente eu gosto parabenizar mais o que a pessoa é ao invés de parabenizar pelo "mais um ano de vida"...
E eu vim aqui te dizer que eu te acho incrível! Seu gosto musical, seu jeito, suas ideias. Eu te admiro muito muito muito! Não imaginava gostar tanto de você assim. Você fez muita parte desse meu 2012 e eu queria te agradecer por tudo. Por me chamar para as festinhas, ser companheira, cantar desesperadamente Take Me Out e outras músicas, mesmo se for pra inventar a letra. Você é demaaaais! Vim aqui também me colocar a disposição para tudo que você precisar. É isso, quero poder ver os anos passarem e ver que essa Thaís continua sensacional! Haha. :DD
Um grande beeeeeijo!"

2.7.12

Mother, should I build a wall?

Vontade de me enfiar em uma caverna por muito tempo.
Com todo o papel, pinceis, tintas, telas... tudo através do qual eu pudesse me expressar.

E microfones.
E samples instrumentais.
E echoes.
E luzes.
Um clima ameno.
Eu não ia precisar de mais nada.
Só de um tempo.

6.5.12

Turbilhão

E no fim é sempre igual.
Sempre igual.
Sempre igual.

Você não tem ninguém pra conversar.

Reviram tudo em você.
Depois te largam com a bagunça.

23.4.12

Meios de comunicação

O homem inventou meios de comunicação que parecem só servir pra descomunicar-se.
Distância, mal entendidos, incompatibilidades.

A verdadeira comunicação só precisa realmente dos meios.
Então os homens entram com suas engenhocas pra atrapalhar o que a natureza já havia concluído.

Olhos e boca.

12.4.12

Massive Attack

Pode ser que essa vontade imensa de ouvir a discografia inteira do Massive Attack seja apenas uma necessidade de buscar um momento na minha história que já passou.

Mas não vou lutar contra ela!


Era um tempo muito mais incerto.
Muito mais inovador.
Tão mais meu.



Tão louco.
E novo.


Saudades...

28.3.12

Espetáculo

Chegar ao ponto de estar tão colados
Que perde-se o contato visual
De modo a apurar todos os outros sentidos

E o que se capta é um deslize
Um deslize que impulsiona uma reação em cadeia
Um contra ataque
O despertar de um instinto
A resposta natural àquilo que é sempre esperado
Mas que quando chega, sempre surpreende

Nenhuma palavra, nenhum acordo
Apenas os olhos e os pulsos
Indicando o caminho praquilo que vai se tornar um repertório único

Sem aplausos, sem plateia
E um show nada convencional
Que só deve começar justamente quando as cortinas se fecham...

26.3.12

"CALA-TE, CÉREBRO"

Pode ser que você chegue a um estágio na depressão em que passa a desejar tanto o bem dos outros, se satisfazer tanto com a felicidade alheia, simplesmente por não se achar merecedor de tudo aquilo.

- Eu disse pra se calar!

Que isso?

Isso não é gostar.
Isso é querer possuir.

Isso não é desejo.
Isso é obsessão.

Isso não é querer estar junto.
Isso é desespero.
Talvez uma fuga de qualquer outra realidade menos favorável.

Isso não me agrada.
Isso me assusta.

Vontades estranhas

Me apaixonar, ser livre, voltar, ter nas mãos.
Engordar.
Sentir frio.

Comer pizza com coca-cola, deitar embaixo das cobertas e deixar o peso vir.
Depois flutuar.

Comer chocolate.
Deixar o vento bagunçar o cabelo.

Pular na água.
Secar-se no sol.

Depois sentir frio.
Sentir a noite.
Sentir o fogo.
Ouvir musica.

Sorrir.
Suspirar.

Sentar na pedra.
Sujar-se na terra.
Sentir o perfume.
E o carinho...

Desacreditar.
Não dormir.
Ou dormir.
E sem medo de não ser real.

12.2.12

Eu quero me apaixonar...

... por um desafio!

Mas quero uma resposta.
Não quero me afundar numa derrota...

17.1.12

Semaninha...

ok - Domingo (noite) - guardar compra.

ok - Segunda (manhã) - arrumar cama.
ok - Segunda (tarde) - estágio
ok - Segunda (noite) - desfazer malas, arrumar tudo o que veio de Itajubá, varrer a casa.

ok - Terça (manhã) - arrumar cama, lavar varanda, fazer almoço.
ok - Terça (tarde) - estágio
ok - Terça (noite) - limpar as paredes, limpar a geladeira, limpar lavabo, bancadas e mesa.

ok - Quarta (manhã) - arrumar cama, limpar janelas, porta de vidro, vidros da varanda, a varanda, lavar suíte.
ok - Quarta (tarde) - estágio
Quarta (noite) - varrer casa e passar pano, fazer mala.

Quinta (manhã) - arrumar cama, fechar mala, fazer almoço
Quinta (tarde) - estágio
Quinta (noite) - Itajubá =D


Contagem regressiva pra você, apartamento...

16.1.12

Home alone

Home, home again.
I like to be here when I can... ♫ ♪