23.3.15

Fernando...

"(...)

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...


Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza."


19.3.15

Solução

Se você não tem coragem de fazer uma tatuagem, escolha um local, tatue uma camisa e vista!


3.3.15

Quem sou? Onde estou?

Não se pode transformar um Lucas em um Lauro descolado.
Nem se pode transformar uma Stephannie em uma Raíssa auto confiante.
Mas eu não me surpreenderia de acompanhar essas mudanças de paradigma!
A diferença é como as coisas evoluem...
Tudo ao seu tempo, de forma natural...

Muitas vezes desejamos ser diferentes. Evoluir, mudar, ser outra pessoa!
Mas a cada dia mais vejo que querer só não é poder.
Não basta ser sincero e desejar profundo.
Algumas mudanças na vida só vem com o tempo...

(...)

"Eu já tive um caso - felizmente breve - com uma moça que parecia precisar de mil coisas além de mim para achar que um programa era bom o suficiente para motivá-la a tirar um vestido limpo do armário. E, talvez, o culpado tenha sido eu e meu papo enfadonho, vai saber."

(...)

Poxa vida. É uma merda esta sensação de que os programas sem você parecem ser sempre mais legais do que os que você compareceu. E que as pessoas parecem mais motivadas, mais bonitas, mais felizes. Essa sensação horrível de não se encaixar em lugar nenhum. Essa sensação de estar excluída da verdadeira vivência. Sentir-se aprisionada na rotina, no ambiente de trabalho. E ao mesmo tempo não sentir identidade nenhuma com tudo isso que te rodeia. Parece que eu não pertenço a essa época, a esse lugar, e a alegria alheia vem sempre ser esfregada na minha cara.
Lembrar que um dia eu pertenci a algo, mas isso parece distante e até utópico.

(...)

"Taylor Swift disse recentemente ao The Telegraph que ela prevê que, quando estiver com 30 anos, ela ainda vai estar solteira e com seus gatos ao seu lado. 'Vamos ser honestos, ninguém vai topar namorar comigo por causa do pacote que vem com isso'. "Guardadas as devidas proporções, é nóis Taylor!