Há 2 semanas
2.5.15
Síndrome de Penny
Porque sempre que eu saio com casal de amigos, acho o papo dos caras bem mais legal que o das meninas?
1.5.15
Armazém de ideias
Chega o primeiro casal.
Animados, leves!
Cumprimentam um a um, individualmente, com um beijo, um abraço e um sorriso acolhedor.
Sentam-se à mesa e o papo tem início com piadas baratas e batidas de mesa de bar.
"Chegaram depois pra não precisar pegar fila, né? haha"
Logo em seguida, tem início uma conversa entre duas amigas.
No meio da conversa, sem cerimônia, o cara agarra a namorada com um abraço de urso e a puxa de forma bastante carinhosa pro seu peito. O abraço dura por longas frases, e é seguido de vários beijos apaixonados no cabelo da moça, enquanto ela mantém o papo com a amiga como se nada tivesse acontecendo.
Quase no fim do assunto, ele a solta e ela retorna pra sua posição ereta.
Apesar da falta de manifestação dela, dá pra ver que sentada bem à minha frente existe uma namorada segura, acolhida, feliz.
E os olhos do namorado não escapam dos delas, satisfeito, entregue.
Não demora e o segundo casal também chega.
A leveza é tamanha quanto a do primeiro casal.
Igualmente cumprimentam a todos, um a um, beijos e abraços.
Sentam-se, inteiram-se de tudo, comentam do clima.
Um pouco mais contidos, mas claramente felizes em estar ali.
O namorado, pra contradizer minha teoria de que homem carinhoso é raro e que eu devia me conformar com isso, abraça a namorada por diversas vezes durante a noite, beija seu rosto, a olha como se fosse o seu bem mais precioso atualmente, olhar que ela retribui com sorrisos de "Obrigada! Obrigada pelo carinho, pela companhia, por ser meu porto seguro, por ser meu.".
E a noite continua com alguns dogmas meus sendo desconstruídos.
O que será que eu deixei de inspirar para não ser mais abraçada, mais beijada, mais contemplada, mais apaixonante?
Animados, leves!
Cumprimentam um a um, individualmente, com um beijo, um abraço e um sorriso acolhedor.
Sentam-se à mesa e o papo tem início com piadas baratas e batidas de mesa de bar.
"Chegaram depois pra não precisar pegar fila, né? haha"
Logo em seguida, tem início uma conversa entre duas amigas.
No meio da conversa, sem cerimônia, o cara agarra a namorada com um abraço de urso e a puxa de forma bastante carinhosa pro seu peito. O abraço dura por longas frases, e é seguido de vários beijos apaixonados no cabelo da moça, enquanto ela mantém o papo com a amiga como se nada tivesse acontecendo.
Quase no fim do assunto, ele a solta e ela retorna pra sua posição ereta.
Apesar da falta de manifestação dela, dá pra ver que sentada bem à minha frente existe uma namorada segura, acolhida, feliz.
E os olhos do namorado não escapam dos delas, satisfeito, entregue.
Não demora e o segundo casal também chega.
A leveza é tamanha quanto a do primeiro casal.
Igualmente cumprimentam a todos, um a um, beijos e abraços.
Sentam-se, inteiram-se de tudo, comentam do clima.
Um pouco mais contidos, mas claramente felizes em estar ali.
O namorado, pra contradizer minha teoria de que homem carinhoso é raro e que eu devia me conformar com isso, abraça a namorada por diversas vezes durante a noite, beija seu rosto, a olha como se fosse o seu bem mais precioso atualmente, olhar que ela retribui com sorrisos de "Obrigada! Obrigada pelo carinho, pela companhia, por ser meu porto seguro, por ser meu.".
E a noite continua com alguns dogmas meus sendo desconstruídos.
O que será que eu deixei de inspirar para não ser mais abraçada, mais beijada, mais contemplada, mais apaixonante?
Teve Halloween no 201!
Olhar essa foto me traz tanta alegria!
Ela me lembra de tudo o que podia dar errado.
E me lembra que realmente deu tudo errado mesmo!
Mas o mais importante, ela me lembra que às vezes vale a pena ser cabeça dura!
Eu bati o pé, insisti na ideia e no fim deu tudo certo!
Faltou comida, sobrou bebida!
Faltou espaço, sobrou amor!
Êta, halloween "horrível"!
De toda a sujeira que ficou no apêzinho, tem uma que impregnou em mim e que eu não consegui limpar até hoje: essa saudade!
27.4.15
Entre Buffalos, Dylans e blues menores.
Acho que enquanto eu continuar acreditando que minha vida será como nos filmes, eu não vou ser feliz.
Andar pelas ruas com White Buffalo de trilha sonora particular, achando que no meio do caminho vou ser surpreendida pelo amor da minha vida.
Ou fazer um drama, sofrer, adoecer e pensar que numa sexta à noite minhas amigas vão abrir mão da vida delas pra me fazer uma visita regada a abraços, doces e cobertores e no fim tudo vai ficar bem, com muitas risadas e um abraço coletivo.
Posso pensar que é mais fácil pros outros.
Os outros com seus namorados, seus filhos, seus estudos, seus esportes, suas músicas, suas vidas ocupadas, preenchidas, completas.
Enquanto eu... eu não tenho ninguém.
Eu só tenho meus pais, meu irmão, meus gatos, eu mesma.
Mas eu tenho meus pais, meu irmão, meus gatos, eu mesma!
Andar pelas ruas com White Buffalo de trilha sonora particular, achando que no meio do caminho vou ser surpreendida pelo amor da minha vida.
Ou fazer um drama, sofrer, adoecer e pensar que numa sexta à noite minhas amigas vão abrir mão da vida delas pra me fazer uma visita regada a abraços, doces e cobertores e no fim tudo vai ficar bem, com muitas risadas e um abraço coletivo.
Posso pensar que é mais fácil pros outros.
Os outros com seus namorados, seus filhos, seus estudos, seus esportes, suas músicas, suas vidas ocupadas, preenchidas, completas.
Enquanto eu... eu não tenho ninguém.
Eu só tenho meus pais, meu irmão, meus gatos, eu mesma.
Mas eu tenho meus pais, meu irmão, meus gatos, eu mesma!
3.4.15
Como eu me sinto quando...
... estou sentada no quintal, pensando 1 tonelada de coisas ruins, com potencial pra virar mais um post idiota, e seu gato aparece te fazendo carinho, rolando e se jogando no seu pé:
"Ei! E eu? To aqui do seu lado! Não fique pensando só nas coisas ruins! Vamos! Olha que dia lindo!"
Valeu, Timãozinho...
"Ei! E eu? To aqui do seu lado! Não fique pensando só nas coisas ruins! Vamos! Olha que dia lindo!"
Valeu, Timãozinho...
23.3.15
Fernando...
"(...)
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza."
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza."
19.3.15
3.3.15
Quem sou? Onde estou?
Não se pode transformar um Lucas em um Lauro descolado.
Nem se pode transformar uma Stephannie em uma Raíssa auto confiante.
Mas eu não me surpreenderia de acompanhar essas mudanças de paradigma!
A diferença é como as coisas evoluem...
Tudo ao seu tempo, de forma natural...
Muitas vezes desejamos ser diferentes. Evoluir, mudar, ser outra pessoa!
Mas a cada dia mais vejo que querer só não é poder.
Não basta ser sincero e desejar profundo.
Algumas mudanças na vida só vem com o tempo...
(...)
"Eu já tive um caso - felizmente breve - com uma moça que parecia precisar de mil coisas além de mim para achar que um programa era bom o suficiente para motivá-la a tirar um vestido limpo do armário. E, talvez, o culpado tenha sido eu e meu papo enfadonho, vai saber."
(...)
Poxa vida. É uma merda esta sensação de que os programas sem você parecem ser sempre mais legais do que os que você compareceu. E que as pessoas parecem mais motivadas, mais bonitas, mais felizes. Essa sensação horrível de não se encaixar em lugar nenhum. Essa sensação de estar excluída da verdadeira vivência. Sentir-se aprisionada na rotina, no ambiente de trabalho. E ao mesmo tempo não sentir identidade nenhuma com tudo isso que te rodeia. Parece que eu não pertenço a essa época, a esse lugar, e a alegria alheia vem sempre ser esfregada na minha cara.
Lembrar que um dia eu pertenci a algo, mas isso parece distante e até utópico.
(...)
"Taylor Swift disse recentemente ao The Telegraph que ela prevê que, quando estiver com 30 anos, ela ainda vai estar solteira e com seus gatos ao seu lado. 'Vamos ser honestos, ninguém vai topar namorar comigo por causa do pacote que vem com isso'. "Guardadas as devidas proporções, é nóis Taylor!
Nem se pode transformar uma Stephannie em uma Raíssa auto confiante.
Mas eu não me surpreenderia de acompanhar essas mudanças de paradigma!
A diferença é como as coisas evoluem...
Tudo ao seu tempo, de forma natural...
Muitas vezes desejamos ser diferentes. Evoluir, mudar, ser outra pessoa!
Mas a cada dia mais vejo que querer só não é poder.
Não basta ser sincero e desejar profundo.
Algumas mudanças na vida só vem com o tempo...
(...)
"Eu já tive um caso - felizmente breve - com uma moça que parecia precisar de mil coisas além de mim para achar que um programa era bom o suficiente para motivá-la a tirar um vestido limpo do armário. E, talvez, o culpado tenha sido eu e meu papo enfadonho, vai saber."
(...)
Poxa vida. É uma merda esta sensação de que os programas sem você parecem ser sempre mais legais do que os que você compareceu. E que as pessoas parecem mais motivadas, mais bonitas, mais felizes. Essa sensação horrível de não se encaixar em lugar nenhum. Essa sensação de estar excluída da verdadeira vivência. Sentir-se aprisionada na rotina, no ambiente de trabalho. E ao mesmo tempo não sentir identidade nenhuma com tudo isso que te rodeia. Parece que eu não pertenço a essa época, a esse lugar, e a alegria alheia vem sempre ser esfregada na minha cara.
Lembrar que um dia eu pertenci a algo, mas isso parece distante e até utópico.
(...)
"Taylor Swift disse recentemente ao The Telegraph que ela prevê que, quando estiver com 30 anos, ela ainda vai estar solteira e com seus gatos ao seu lado. 'Vamos ser honestos, ninguém vai topar namorar comigo por causa do pacote que vem com isso'. "Guardadas as devidas proporções, é nóis Taylor!
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