10.4.11

Velho safado...

"Cheguei numa fase da minha vida que vejo que a única coisa que fiz até agora foi fugir, fugir de mim mesmo, do meu nada, e agora não tenho mais para onde ir, nem sei o que vou fazer, fui péssimo em tudo."


Ah, não venha me dizer isso agora...

9.4.11

Irmão

Saudade do irmão que eu tive um dia...


Esse aí a cada dia eu reconheço menos...
Às vezes ele vem com um jeito de quem quer me enganar, mas eu fico esperta!
Ele não me engana não...

Eu não te conheço!

Isolamento

Ontem mesmo, nas primeiras horas de isolamento, eu já estava rindo alto e falando sozinha!
Como nos velhos tempos...

Mas o melhor aconteceu agora na hora do almoço.
Até me perdi de mim.

Fiz uma retrospectiva completa envolvendo acontecimentos recentes e tudo o que influiu para que eu chegasse onde estou, fosse quem sou.



É bom estar satisfeito consigo mesmo!


Estou me curtindo, curtindo a casa.
Excepcionalmente, esse fim de semana está passando rápido...


"50 anos em 5."

50 horas em 5.

6.4.11

Telefone

Cara.
É péssimo não ter com quem conversar.

Aliás, é péssimo não sentir vontade de conversar com quem tem.



Mas precisar conversar.






Coisas que acabam nascendo e morrendo aí na sua cabeça.
E ficando ali.
Um peso.

Rolando salgado no seu rosto......

4.4.11

Nova fase

Fiz o post anterior em 2 minutos, só registrando o começo de um pensamento que gerou uma polêmico enorme na minha cabeça...

4 de abril de 2010.
Era domingo.
E era páscoa.
E foi negro.

E, principalmente, foi só o começo!
Que caminhada foi essa.

Uma loucura!

Olhar pra trás, ver o quanto andei, o quanto mudei, o quanto construi.
Gosto mais de mim agora.
Muito mais!

Mas confesso que perdi atributos valiosos que desejo, um dia, resgatar sem medo daquela outra Thaís...


Engraçado que quando penso naquele dia me vem logo a imagem do céu.
Muito azul, mas com algumas nuvens brancas aqui e ali.
A descida do Rebourgeon, a Pedra da Piedade, o Pálio!
E, claro, as palavras da minha mãe.

"Calma, filha. Eu sei que dói. Parece que nunca mais vai passar, não é? Mas vai passar. Você vai ver."


(E aí, uma lavagem cerebral.)
Dor e breu.
Depois não senti mais nada.

Até hoje.



E no decorrer desse 1 ano, em diversos momentos eu pensei "Passou".
Quem dera... era só impressão.



Agora, com serenidade posso falar com minha mãe.
"Passou. Mesmo! Passou..."


Porque o passado é feito pra isso: pra passar.
Mas as lembranças, mesmo que você não queira, são feitas pra ficar...

"Nossa... hoje é dia 4!"

Foi o pensamento que subtamente me ocorreu agora enquanto estava na cozinha preparando um lanchinho.

Agora é oficial.
Nada de aproximar datas, falar por alto.
Fez mesmo um ano.


E a sensação é estranhíssima.

Depois de tanto tempo lutando pra me desapagar de tudo aquilo, parece que agora é aquilo que se desapega de mim.
Amanhã eu vou acordar e vai ser, literalmente, uma nova etapa na minha vida.

Sensação estranha de ser forçada a deixar tudo aquilo pra trás por bem ou por mal.
Logo eu que me acostumo a acostumar com tudo...


Como um procurador que perde um prazo, uma fase que preclui.
Tive tempo o suficiente (Tive?) para criar, extinguir ou modificar o que estava ao meu alcance.
Agora isso acabou.

Daqui pra frente é no improviso.

Acabaram-se as desculpas do luto.
Sinto como se minhas atitudes fossem ser julgadas pelos expectadores com outros olhos.
Mais ferrenhos.


Daqui em diante, melhor eu pensar mais de duas vezes antes de agir.
Mais, bem mais.
Nunca é demais.




Que bom que isso só me ocorreu agora, quase 22h.
Se fosse o primeiro pensamento do dia seria pior.

3.4.11

Será que já é hora?

Só de pensar na possibilidade, eu sem querer respirei fundo!
Ai.


A gente fica se preocupando demais em controlar as situações.
Esquecemos que não temos dominio sobre elas e nem devíamos querer ter.
Oras, que venham!

É normal não estarmos nos sentindo preparados.
Isso porque cada situação específica nos prepara para elas.

Nunca é igual...

1.4.11

Mais uma vez.

Acabei de desistir de postar.